sexta-feira, 6 de maio de 2011

4ª Campanha: 16 de junho a 5 de outubro de 1897

Caros leitores,
    Enfim chegamos à quarta expedição para combatermos Canudos, que foi comandada pelo General Artur Oscar, dividida em duas frentes, uma com 1.933 homens e a outra com 2.350. O exército, ao chegar a Canudos, obteve uma significante progressão da batalha. Chegam reforços de duas brigadas da Bahia que se juntaram à primeira. No dia 22 de setembro morre então o monarquista Antônio Conselheiro, taxado como louco por muitos e, no dia 24, Canudos encontra-se cercado. Então ocorre o ultimo combate em 1º de outubro, em que 300 revoltosos foram presos, finalizando no dia 5, com o exécito vencendo os quatro últimos resistentes.
    Parabenizamos o governo por este ato, pois colocou um fim ao foco monarquista dentro do nosso país, já que agora podemos nos tranqüilizar e não temos mais nenhuma ameaça capaz de ferir a integridade da nossa nação.





quinta-feira, 5 de maio de 2011

Aos que ainda pensam em ir para a chamada Canudos

Ouvi dizer de ingênuos sertanejos que lá é o paraíso, falam como se fosse um pedacinho de terra tirado do céu, como se não houvesse seca. Eles culpam a República da fome, pobreza e de prendê-los falando em liberdade, mas o que eles não entendem é que a República é para a melhoria de vida deles, que ela é a verdadeira liberdade e com ela que o Brasil vai crescer, enrriquecer.
Mal sabem eles que a verdadeira prisão é a desse tal de Antônio Conselheiro, ele é o monarquista que quer ganhar com a pobreza dos trabalhadores sertanejos, é ele quem vai fazer com que você trabalhe para satisfazer seus desejos de ser o “Bom Jesus”.
Então, não se enganem sertanejos, lá é pobreza, tristeza, fome e seca sim! A melhora de vida de vocês esta cada vez mais próxima com a nossa República e com vocês é que o Brasil vai para frente! desse tal de Antonio Conselheiro, ele qasil vai crescer, enrriquecer

terça-feira, 3 de maio de 2011

Novos fracassos na expedição para o fim de Canudos!

Com o fracasso da segunda expedição, chafiada pelo major Febrônio de Brito, Coronel Moreira César, considerado pelos militares um héroi do exército brasileiro, foi o da vez. Enviou 1.200 homens para Belo Monte. Mas, a expedição foi vencida pelos pobres e o coronel foi morto em combate. Devido a terceira derrota, a resolução do problema passou para a competência do governo federal.O ministro da Guerra, Carlos Bittencourt, irá preparar uma quarta expedição e desta vez irão ser mandados 6 mil homens. O governo federal tratará a guerra com mais seriedade devido a derrota humilhante. O grande número mortes fará com que o governo aja com maior intensidade sobre os revoltosos.

                                                Coronel Moreira César

Referência: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u47.jhtm

domingo, 1 de maio de 2011

Quem é Antônio Conselheiro, ou Subversivo.

  Caros leitores,
  A fim de mantê-los melhor informados sobre a revolta no arraial de Canudos ou Belo Monte, o Jornal Diário foi à Vila do Campo Maior de Quixeramobim, local onde nasceu no dia 13 de março de 1830 Antônio Vicente Mendes Maciel, o líder religioso Antônio Conselheiro. Entrevistamos moradores da cidade que conheciam Antônio e descobrimos o seu passado trágico. Sua mãe, Maria Joaquina do Nascimento, morreu quando Antônio tinha apenas seis anos de idade, por isso sua infância foi marcada pelos maus-tratos da madrasta, pelos delírios alcoólicos do pai e pelo extermínio de parentes na luta de sua família (Maciel) contra os Araújo. Já rapaz, Antônio gostava de ler livros místicos, o que talvez tenha influenciado sua idéias mirabolantes contra a República brasileira. A demontração de afeto de Antônio com crianças, idosos e até mesmo com membros da Igreja de Quixeramobim e arredores, talvez fizesse parte da sua intencionalidade para obter a adesão popular às suas idéias monarquistas. Sua perturbação mental agravou-se quando houve a traição e o abandono da mulher com quem casara e tivera dois filhos - Brasiliana, sua prima, à época com apenas quinze anos de idade. Percorreu o sertão nordestino pregando fanaticamente sua ideologia contra a República com a qual ganhou a fama de milagreiro. Ao cheger à Bahia esta fama foi fortalecida com suas pregações subversivas nas igrejas, entre elas Antônio falou da cobrança de impostos, começando assim sua fuga e a de outros adeptos à sua ideologia até chegarem no Arraial de Canudos, rebatizado por ele de Belo Monte, que sob a sua liderança cresceu e hoje é essa verdadeira cidade com milhares de pessoas vivendo fora das leis da república.